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03 novembro 2014

São suas Selfies afetando sua chance de conseguir um emprego?

Vamos dizer que você está se candidatando a um emprego. É mais provável ter a clarividência de remover todas as fotos prejudiciais de seus perfis das redes sociais que possa enviar a mensagem errada para os potenciais empregadores. Certamente fotos retratando beber, uso de drogas ou nudez estão fora dos limites.
Mas você já sabe disso.
Que tal selfies? Não me refiro a foto ocasional de adotar de si mesmo para capturar uma realização ou ocasião especial. Estou me referindo às dezenas de selfies espelho do banheiro em seu perfil, ou as fotos tiradas em locais inadequados apenas para o valor de choque. Você pode sentir que essas fotos são tudo uma brincadeira e não deve dar um empregador qualquer razão para questionar sua chance de ser contratado. No entanto, muitos empregadores não concordam.
Selfies:
Desde que a palavra "selfie" foi adicionada ao dicionário Oxford e declarou a palavra do ano em 2013, ele tem sido onipresente. De acordo com um Centro de Pesquisa Pew Research, 55% dos Millennials (Geração Y) postaram um selfie em um site de mídia social, e 26% de todos os americanos têm feito o mesmo. 
Narcisismo:
Segundo o Dr. Tracy Alloway, da Universidade do Norte da Flórida:
"Cada narcisista precisa de um espelho d'água. Assim como Narciso olhou para a piscina para admirar sua beleza, sites de redes sociais, como Facebook, tornaram-se nossa piscina moderna."

Goste ou não, postando várias fotos de si mesmo para que todos possam ver, na esperança de receber um feedback positivo é um comportamento típico narcisista. O psiquiatra Dr. Carole Lieberman descreve a epidemia selfie como um grito desesperado por ajuda daqueles que não se entedia do "espelhamento" dos pais, enquanto crescia. Sem espelhamento suficiente, as pessoas olham para os seus reflexos nos olhos de outras pessoas, a fim de chamar a atenção, validação e aprovação.
Emprego:
Agora vamos olhar para ele a partir do ponto de vista de um empregador. É esse o tipo de insegurança que você quer em sua força de trabalho? Os empregadores querem contratar os melhores candidatos à procura de uma série de qualidades, entre elas a confiança e a autoconfiança. No entanto, postar inúmeras selfies envia a mensagem oposta. Em um artigo para Psychology Today , Dra. Pamela Rutledge, diretora do Centro de Pesquisa de Mídia Psicologia em Boston, Massachusetts, afirma:
"A preocupação com selfies pode ser um indicador visível de uma pessoa jovem, com a falta de confiança ou senso de auto que pode fazer-lhe uma vítima de outros problemas também."
Ela acredita que a tomada excessiva ou provocadora de selfies é uma forma de "acting out" em jovens e pode ser um grito de socorro. Se você é um candidato a emprego e um adepto da selfie, você está associado com os traços de personalidade que os empregadores consideram menos do que desejável.
Obviamente, nem todo mundo com selfies em seus perfis de mídias sociais sofre de narcisismo e falta de confiança. Logo atrás da selfie narcisista na cadeia de aborrecimento está a selfie desrespeitosa. Selfies funerários são a nova exaltação on-line, juntamente com selfies mostrando uma igual falta de respeito em lugares sagrados como Auschwitz e do 9/11 Memorial. Popular como a tendência pode ser, se você fosse um empregador, como você se sentiria sobre esses indivíduos que representam a sua empresa?
Uma pesquisa recente realizada pela Eurocom Worldwide mostra que quase 40% das empresas usam as mídias sociais para pesquisar candidatos a emprego, e uma em cada cinco empresas de tecnologia rejeita um candidato por causa do que eles encontraram em seu perfil de mídia social. Nos próximos anos, muitos de nós vamos ser desafiados pelo que estamos fazendo público em vários fóruns sociais hoje. O fato de que um em cada cinco candidatos abster-se de uma entrevista por causa do conteúdo na esfera da mídia social é um aviso para os candidatos a emprego e um verdadeiro indicador da realidade digital em que vivemos.
O mundo está em constante evolução, e muitas das apresentações mais originais e inovadoras vieram de tecnologias recentes. Quanto mais jovem você for, mais difícil é ver as coisas através dos olhos de alguém mais velho. Mas se você tem idade suficiente para sair à procura de emprego, tente perguntar o que seu futuro empregador poderia pensar antes de tirar a próxima selfie.

Texto original: John Feldmann

08 setembro 2014

A Era Digital e a gestão de pessoas

Acredita-se que desde o "boom" da internet, uma das coisas que mais geram interatividade no ambiente corporativo e no ambiente digital é lidar com talentos pessoais e como reter estes talentos. Outra questão que se fala bastante é como gerir pessoas em um mundo tão digital, no qual vivemos agora. Pesquisei alguns autores para a confecção deste artigo, e me deparei com ótimas redações que irei citá-las ao longo do texto. Farei referência a alguns para tornar ainda mais atraente este post do Persona Digital Marketing.

O tempo todo nos deparamos com noticias e comentários nas redes sociais, fazendo referência à utilização tabletes, smarthphones e outros recursos que permitam o acesso rápido e continuo no mundo virtual. Em uma matéria exibida em uma mídia de massa nos últimos dias, mostrou-se que algumas empresas estão adotando estratégias para coibirem a utilização de telefones em reuniões, almoços, etc.

Isto posto, surgi à necessidade de fazer algumas perguntas: Estamos ficando sufocados de tanta tecnologia? Ou não estamos sabendo lidar com tantos recursos tecnológicos e desta forma, perdendo um pouco a relação mais humana e proximal com o outro?

 Será que estamos perdendo o controle de como utilizar com parcimônia estes recursos que tanto auxiliam e dinamizam nossas atividades no dia-a-dia? Acredito que as respostas que vocês leitores formularam em suas cabeças neste momento sejam as mais adequadas e pertinentes para este artigo. Parece que cada vez mais nos distanciamos do relacionamento "olho no olho".


Mas o avanço tecnológico é o principal responsável por isto? Estas perguntas norteiam todo o questionamento que sustenta a redação deste artigo. O titulo, trata justamente desta ambiguidade ou falta de uma definição clara deste momento em que vivemos. Não temos mais como retroceder, daqui pra frente à tendência é cada vez mais nos tornarmos mais conectados, ligados e relacionados virtualmente. 

Segundo Milreu (2009), diz que “... quem nasceu a pelo menos 13 anos, não conhece o mundo sem e-mail, twitter, facebook..."

Nos ambientes de trabalho, atualmente, onde tudo isto acontece o tempo todo, é necessário pensar se os gestores estão prontos para conduzir este processo e lidar com estes avanços e se relacionar de forma eficiente.

Para o autor Kleinrock, (1968), já dizia que, a rede estará sempre ligada. Qualquer um poderá se conectar de qualquer lugar, com qualquer dispositivo e a qualquer hora.

Caberia dizer que, ao invés de proibir, limitar ou ate mesmo impedir a utilização dos recursos tecnológicos, seria mais interessante aproximar as pessoas e a tecnologia, em prol de crescimento pessoal, social e corporativo. É possível que se consiga este ponto comum entre todas as partes interessadas.

Não deixem que tudo que venha, para ser utilizado de forma satisfatória, se perca por conta da falta de habilidade ou limitação pessoal em saber se relacionar com o novo. Neste caso, nem tão novo assim.

No processo de gestão de pessoas, houve o dever de tratar a articulação e o ajustamento entre as pessoas que trabalham na organização e as necessidades estratégicas desta, assegurando a total utilização dos recursos disponíveis (SOUSA, 2007). Esta definição nos remete ao cerne do artigo quando não definimos o tema em questão.




As pessoas constituem um papel ativo nas organizações, tornando-se obrigatório uma mudança no que tange a conscientização e a atenção despendidas a seus funcionários.  A Gestão de Pessoas é a função que permite a colaboração eficaz das pessoas, funcionários, empregados, talentos ou qualquer outra denominação utilizada para se atingir os objetivos de uma organização (CHIAVENATO, 2004). Esta mudança, parte principalmente nos modelos mentais e comportamentais de quem ocupa um lugar estratégico dentro das organizações.

Lembrem-se, vamos passar a gerenciar comportamentos ao invés de gerir somente pessoas. Para tal, as redes sociais desempenham um excelente papel.

Muito obrigado, esperamos que tenham gostado e...

Até o próximo artigo!

Michel Lima

Fontes de Consultas:
Kleinrock, L; Coffman, E. Computer scheduling methods and their countermeasures. AFIPS '68 (Spring) Proceedings of the April 30--May 2, 1968, spring joint computer conference.
SOUSA, A. C. B, Gestão estratégica de recursos humanos. Instituto politécnico de Coimbra instituto superior de engenharia de Coimbra departamento de engenharia química e biológica dezembro de 2007;
CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas: e o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro, Elselver, 2004.
Crédito para as imagens Paulo Milreu, 2009.

02 setembro 2014

Potencialize seus relacionamentos através das redes sociais

Como temos visto, as redes sociais são ferramentas excelentes para reencontrar amigos, parentes distantes, reunir a turma da escola, bem como divulgar e compartilhar fatos do cotidiano, com quem amamos e nos relacionamos. Pessoas de várias faixas etárias passam horas a fio em frente a computadores, ou conectados via smartphones ou tablets.

Tudo isso é verdade absoluta e não há como fugir.



A questão é: Como potencializar os meus relacionamentos por meio das redes sociais?

Quero te convidar a refletir sobre o que você pensa sobre o significado da palavra relacionamento. A partir de três pontos-chave para um relacionamento duradouro e produtivo: Ética, padrão e reciprocidade.

Ética: significa agir de acordo com padrões morais dos quais se afirma acreditar, logo, não adianta nada criar relacionamentos com pessoas que defendem a causa dos animais abandonados do Brasil, por exemplo, e depois de algum tempo, “curtir” a foto de um amigo que maltrata assumidamente animais. A gente é o que é. Ou seja, criar relacionamentos significa compartilhar interesses em comum, e a qualidade de seus relacionamentos fica comprometida quando seus interlocutores percebem dualidade de propósitos.

Padrão: manter um padrão facilita a compreensão do contexto da mensagem a ser transmitida, ou seja, manter um padrão significa tornar-se referência em determinado assunto. Por exemplo, você é um excelente cirurgião dentista, que vende casas em uma agência de viagens que fica situada em uma sociedade amigos de bairro. Qual a credibilidade que seu perfil passa? Analise da seguinte forma: como eu me enxergaria se recebesse um convite meu para entrar em meus círculos de relacionamento. Pois é... Espero que não se assuste, mas é exatamente assim que sua rede te vê.

Reciprocidade: já diz o ditado “você colhe o que planta”, e é verdade, pois de nada adianta querer ser lembrado o tempo todo, se não se lembra de ninguém. Certa feita, eu notei que não havia recebido nenhum cartão de natal (se bem que nunca fiz muita questão disso), e o meu antigo gerente recebia um atrás do outro. Fui até ele e perguntei: “O que você faz para ser lembrado?” E ele me respondeu: “eu me lembro deles primeiro”. Naquele mesmo ano, eu comprei uns cem cartões, alguns papéis de carta e comecei a disparar para meus amigos, e qual foi minha surpresa ao começar a receber ligações, cartas e cartões naquele mesmo ano.

Quer que leiam o que você escreve? Leia e comente o que seus amigos escrevem. Haja com reciprocidade e você verá os resultados.

Parece trabalhoso, não?

Mas posso afirmar que os resultados o surpreenderão! Coloque a mão na massa!!!! Depois não se esqueça de me contar como foi a experiência, ok?

Grande abraço!

Maurício Menon


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